Atlas Renewable Energy liga usina solar de 67,1 MW no nordeste do Brasil

A Jinko Solar registrou outro recorde de eficiência

“A tecnologia N-type HOT também demonstra a competitividade dos produtos JinkoSolar quando comparados às atuais tecnologias HIT e IBC”, disse a empresa. “O record mundial de potência do módulo fotovoltaico de 387,6W para

Por que os custos fotovoltaicos caíram até agora? e vão cair ainda mais?

EPE prevê geração igual a ‘uma Belo Monte’ em energia solar até 2027

EPE prevê geração igual a ‘uma Belo Monte’ em energia solar até 2027

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) prevê que os sistemas de micro e minigeração de energia, principalmente de fonte solar fotovoltaica, instalados em tetos de residências e estabelecimentos comerciais e industriais, alcancem capacidade instalada de 11,9 gigawatts (GW), em 2027. O volume supera a capacidade da hidrelétrica de Belo Monte, a segunda maior do país, de 11,233 GW, em fase final de construção no rio Xingu (PA). Para isso, a estatal de estudos energéticos estima um total de investimentos de R$ 60 bilhões nos próximos dez anos.De acordo com previsões da EPE, esses sistemas terão condições de fornecer 2,4 mil megawatts (MW) médios de energia, o suficiente para atender 2,4% da carga total do país em 2027. Ao todo, a empresa estima que 1,35 milhão de unidades consumidoras (incluindo pessoas físicas e jurídicas) estarão usufruindo comercialmente de sistemas de micro e minigeração de energia.

As projeções da EPE, contidas na versão preliminar do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2027, podem estar subestimadas. Isso porque as estimativas da EPE consideram o cenário de aplicação da tarifa binômia para novos micro e minigeradores a partir de 2020. A tarifa binômia inclui um pagamento pelo custo do serviço de distribuição de energia, que hoje não é cobrada em relação à energia produzida por esses sistemas e injetada nas redes das distribuidoras. Ela teria efeito inibidor na expansão desse segmento.

O prazo de 2020 estava previsto na primeira versão da proposta de reforma do setor elétrico, desenhada pelo Ministério de Minas e Energia, a partir da consulta pública 33, conhecida como “CP33”, em meados de 2017. O Projeto de Lei do Senado 232/2016, que trata da expansão do mercado livre de energia, prevê a aplicação da tarifa binômia apenas cinco anos após a aprovação da lei.

De acordo com as estimativas da EPE, em um cenário sem nenhuma cobrança do uso da rede de distribuição pelos sistemas de micro e minigeração, a capacidade instalada desses equipamentos no país em 2027 poderá ser de 21 GW, o equivalente a uma hidrelétrica Itaipu (14 GW) e meia ou quase uma usina de Três Gargantas, na China, a maior hidrelétrica do mundo, com 22,5 GW.

Para a Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), porém, a discussão sobre a cobrança dos usuários de sistemas solares fotovoltaicos pelo uso da rede deve ser antecipada. A ideia é que o tema seja discutido na revisão da resolução 482/2012, que regulamenta a geração distribuída, que deve ser feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2019.

Segundo a entidade, os custos da rede são arcados apenas pelos demais consumidores, que não possuem essas instalações. “Somos favoráveis às fontes renováveis, mas é importante resolver a questão do subsídio, porque quem paga não são aqueles que têm acesso ao benefício”, afirmou o presidente da Abradee, Nelson Leite. “Queremos que seja retirado o subsídio oculto ou que ele seja colocado de forma explícita. O modelo de negócios atual não é sustentável, porque onera o restante dos consumidores”, completou.

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) alega que a penetração dessa fonte no sistema elétrico é residual e os aspectos positivos, como benefícios sociais e ambientais e geração de emprego, são maiores que os negativos.

Segundo a entidade, enquanto o Brasil possui apenas 40 mil unidades consumidores com instalações de micro ou minigeração distribuída, países como Austrália, China, Índia e Estados Unidos possuem mais de 1 milhão cada um. “Esse segmento ainda representa uma fatia irrisória da matriz elétrica brasileira”, afirmou o presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia. “O Brasil está super atrasado.”

O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata, concorda que o Brasil está alguns passos atrás. Para ele, a penetração da geração distribuída é “absolutamente inevitável”. “As distribuidoras também devem caminhar nesse processo, e não caminhar no sentido da resistência. Elas podem se preparar e fazer disso uma outra fonte de negócio”, disse ele, em evento na FGV, no Rio.

Na avaliação de Alexandra Januário, sócia da consultoria Allez Estratégia, o debate tem que ser feito com transparência e de forma ampla. Segundo ela, dois pontos importantes sobre o tema são assegurar a qualidade do serviço de energia a um preço viável para o consumidor e garantir o empoderamento do consumidor ao ter a opção de colocar um painel fotovoltaico em sua residência.

“Qualquer mudança [na regulamentação] sem termos os dados, os fatos e a transparência pode matar um mercado que está nascendo e não trazer nenhum benefício para o consumidor final”, explicou a especialista.

Em análise de impacto regulatório publicada na última semana, a área técnica da Aneel propôs a abertura de uma audiência pública em 2019, para que um novo regulamento entre em vigência em 2020. A ideia é que a mudança na compensação dos créditos oriundos da geração distribuída aconteça gradualmente, a fim de não prejudicar a atratividade dos investimentos no setor, mas também reduzindo o impacto financeiro para os demais consumidores.

De acordo com a análise, os custos imputados aos demais consumidores, no modelo proposto, passariam de R$ 68 bilhões para algo em torno de R$ 3 bilhões no período de 2020 a 2035.

Com relação às usinas de energia solar de grande porte, desenvolvidas por grandes geradoras, a Absolar solicitou em outubro à Aneel que seja feito um detalhamento por fonte dos dados relativos aos incentivos pagos pelos consumidores por meio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), um dos maiores encargos tarifários do setor elétrico.

“Nossa preocupação é com a transparência e o debate técnico, que diferenciem de forma justa as fontes com base na quantidade e no volume de incentivos que elas receberam. Não está claro para o brasileiro que ele paga incentivos para carvão mineral e óleo diesel na Amazônia”, afirmou Sauaia.

Fonte: Valor Econômico;

Fonte: http://www.energia.sp.gov.br/2018/12/epe-preve-geracao-igual-a-uma-belo-monte-em-energia-solar-ate-2027/

Singapura abre plataforma de negociação usando blockchain

Por Tom Kenning

Grande empresa de serviços públicos de Singapura, Grupo SP, lançou um mercado de certificados de energia renovável (REC) movido a blockchain, que está entre os primeiros desse tipo em todo o mundo.

A plataforma permite que organizações locais e internacionais de qualquer tamanho e em qualquer local comercializem RECs relacionados a uma variedade de fontes de energia renováveis. O uso da tecnologia de blockchain permite compradores sejam correspondidos automaticamente com vendedores ao redor do mundo de acordo com as preferências. A blockchain também serve para medir a segurança, integridade e rastrear cada transação de REC, disse o grupo SP em um comunicado.

O local de organizações Cidade de Limite de Desenvolvimento (CDL) e o Banco do Sudeste Asiático (DBS) já tem nome como os primeiros compradores no mercado. Enquanto isso, os promovedores de energia solar, como C&I especialista Cleantech Solar Asia e a LYS Soluções Energética, têm assinado um acordo com Grupo SP por causa das placas no mercado para vender fontes de energia renováveis (RECs).

“Nós temos 120 painéis solares na Ásia nesta plataforma, agora nós podemos permitir consumidores, onde não estão permitidos para gerar a própria energia renovável, outra confiável solução para atingir suas metas de energia limpa”, disse Raju Shukla, presidente executivo da Cleantech Solar Asia.

Mike Power, diretor de Tecnologia e Operações da DBS, disse: “Como maior banco do sudeste Asiático, nós reconhecemos o papel da liderança que nós podemos promover no desenvolvimento sustentável, incluindo o apoio a inovações em energia sustentável. A plataforma de blockchain REC do Grupo SP tornará mais eficiente economicamente para as organizações e irá catalisar a transição para uma economiza de baixo carbono. Estamos ansiosos por mais inovações de novas tecnologias sustentáveis para alcançar um futuro sustentável, seguro e inclusivo”.

Quer saber mais sobre energia solar fotovoltaica?

Acompanhe nosso blog.

Fonte: PV Tech.

TAGS: energia solar fotovoltaica

10 melhores fornecedores de módulos de energia fotovoltaica para 2019

Por Finlay Colville

Hoje, existem mais de 300 companhias operando em linhas de montagem de módulos. A variação das fábricas com alguns megawatts de capacidade de equipamentos com vários GWs. As linhas de módulos hoje são instaladas em várias regiões geográficas, em mais de 100 países diferentes.

Entretanto, poucos fornecedores podem ser considerados globais, independente de como cada um define “global” na indústria de energia fotovoltaica.

A indústria de energia fotovoltaica está passando por uma dura fase de verificação com a realidade, tendo sido um pouco distorcida pelo que vem acontecendo na China nos últimos anos. Sendo que está pronta para redefinir o grupo de empresas que atenderão a oferta de módulos  chineses em 2019.

Este post busca olhar profundamente os tipos de módulos das companhias que irão ser conhecidas internacionalmente nos próximos 12-18 meses.

Uma pesquisa foi divulgada recentemente pela PV-Tech em outubro durante a Conferência PV Module Tech 2018 em Penang. Na ConferênciaPV Module Tech 2018, os principais fornecedores de módulos internacionais estavam no palco, mostrando suas ofertas de produtos para 2019. Esse grupo de empresas, incluindo a First Solar e SunPower estão entre os grupos mais rentáveis na indústria hoje, e estão rotineiramente na lista de empresas aprovadas por credores perante o setor elétrico.

No início de 2018, apresentaram os Top-10 Fabricantes de Módulo de 2017. Desde a primeira compilação, pequenos ajustes ocorreram de acordo com as estimativas do início do ano. Segue a tabela atualizada abaixo:

 

Ranking

Empresa

1

JinkoSolar

2

Trina Solar

3

JA Solar

4

Canadian Solar

5

Hanwha Q-CELLS

6

GCL-SI

7

LONGi

8

Risen

9

Shunfeng  (inc. Wuxi Suntech)

10

Yingli Green

11

Talesun

12

First Sun

Fonte: PV Manufacturing & Technology, Maio 2018.

 

Imagem: PV Tech (2018)

Quer saber mais sobre energia fotovoltaica ?

Acompanhe nosso blog.

Fonte: PV Tech

TAGS: energia solar fotovoltaica