Curso Projeto de Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede

19 respostas
    • Umberto
      Umberto says:

      Boa tarde

      Para o sistema fotovoltaico fazemos o aterramento funcional do sistema, para equipotencializar e os componentes eletrônicos terem a referência do terra.
      O aterramento dos módulos fotovoltaicos não deve ser conectado ao aterramento do quadro de distribuição do local. Ele deve ser conectado ou a descida do SPDA do telhado, ou ao BEP (Barra de equipotencialização) do local. Na impossibilidade de realizar estas conexões o aterramento dos módulos deve ser conectado a novas hastes de aterramento, feitas especificamente para o sistema fotovoltaico. Seção mínima de 4 mm2

      O inversor e os DPS podem ser conectados no barramento de aterramento do quadro de distribuição.

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  1. Lucas Bernardo dos Santos
    Lucas Bernardo dos Santos says:

    Boa tarde. Estou com uma dúvida, quais parametros devo levar em consideração para determinar se conecto os módulos fotovoltaicos de uma string em série ou paralelo? Quais são as diretrizes técnicas para deteminar se devo usar em série ou paralelo?

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      • Pedro Volkweis
        Pedro Volkweis says:

        Olá Adriana! Então, uma string é um arranjo de módulos em série com objetivo de somar as tensões e manter a corrente a mesma, e ao ligarmos 2 ou mais strings no mppt do inversor às ligamos em paralelo (mesma tensão e somam-se as correntes). Por que não colocamos os módulos em paralelo? Isto se dá que se fizéssemos isso a corrente seria muito alta e a tensão não seria suficiente para “startar” (dar start, começar a gerar) o inversor.

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  2. Felipe Roberti
    Felipe Roberti says:

    Boa tarde, estou com duvidas sobre o dimensionamento da usina quando o cliente possui demanda contratada e consumo no Horario de Ponta e Fora Ponta. Gostaria de saber como proceder quando pego um cliente assim.

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    • Gabriel
      Gabriel says:

      Clientes do Grupo A na planilha precisam ter dois cuidados principais:

      – Gerador FV não pode ultrapassar a demanda contratada, caso contrário será necessário aumentar a demanda contratada e apesar da planilha permitir essa análise de viabiliade, raros casos se justifica.
      – Capacidade do Gerador Fotovoltaico para atender apenas o Consumo FP da UC normalmente ultrapassa a demanda contratada (item discutido anteriormente), mas caso seja possível atender mais que o consumo FP é preciso inserir o perfil mesnal de consumos dos dois postos tarifários na planilha e a diferença da TE para compensação entre FP e P. Normalmente essa diferença é próximo de 1,7. Ou seja necessário injetar 1,7kWh no FP para abater 1kWh de P.

      De maneira bem direta, clientes GRUPO A a redução na fatura de energia se dá na diminuição do consumo FP. Apesar da tarifa ser baixa, a viabilidade se justifica no financiamento chegar próximo da redução.

      Por esse motivo que mais que 98% da GD são UC faturadas em BT (B1,B2,B3), apenas 2% UC do GRUPO A.
      Fonte BI da ANEEL 19/03: https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiZjM4NjM0OWYtN2IwZS00YjViLTllMjItN2E5MzBkN2ZlMzVkIiwidCI6IjQwZDZmOWI4LWVjYTctNDZhMi05MmQ0LWVhNGU5YzAxNzBlMSIsImMiOjR9

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      • Felipe Roberti
        Felipe Roberti says:

        Perfeito, Gabriel.
        Uma outra dúvida:
        Haverá casos em que será viável aumentar a demanda contratada do cliente, para poder aumentar minha usina e atender ao consumo HP. Ou seja, em alguns casos, o valor da demanda mais alta, ainda ser viável a instalação visto que poderei atender meu consumo HP?

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        • Umberto
          Umberto says:

          Boa tarde

          Pelas nossas análises, normalmente compensa aumentar a demanda do cliente para abatar a máxima quantidade de consumo possível.
          O payback pode ser deslocado um pouco para o futuro, mas ao longo do tempo irá compensar.
          Sugiro apresentar as duas possiblidades ao cliente.
          Att

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  3. Felipe Roberti
    Felipe Roberti says:

    Se eu tenho um terreno em com uma matricula, em que se encontram dois padrões diferentes, sendo duas UC’s diferentes, porém do mesmo titular, posso fazer duas usinas distintas?

    Responder
    • Umberto
      Umberto says:

      É possível conectar uma usina em cada uma destas UCs, mas o importante é que a soma da potência dessas usinas ultrapassar o limite da microgeração você deverá pagar demanda contratada, pois senão poderá ser caracterizado como desmembramento de usina.

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  4. Felipe Roberti
    Felipe Roberti says:

    Meu cliente tem um padrão e foi construído uma usina em um tereno do lado da da propriedade dele onde existe uma estrada municipal entre os lotes. Ele pode ligar esse sistema no padrão dele mesmo estando em outro endereço, ou terá que pedir um novo ponto de energia no terreno que irá instalar a usina?

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    • Pedro Volkweis
      Pedro Volkweis says:

      Olá Felipe! Como a usina será instalada em outro terreno é necessário junto à concessionária a instalação de um novo padrão, não há problema nisso pois a usina gera créditos que podem abater custos em outras contas (de mesma titularidade).

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  5. MARCELO MIRANDA
    MARCELO MIRANDA says:

    Vi que a planilha usada nestas aulas, contam todas no software pvsol. deve deixar de lado estas planilhas e fazer o projeto apenas com uso do programa?

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    • Pedro Volkweis
      Pedro Volkweis says:

      Seria melhor que não, Marcelo. A vantagem de utilizar os dois é que podemos perceber erros e discrepâncias em nossas simulações e assim perdendo eficiência.

      Responder
    • Pedro Volkweis
      Pedro Volkweis says:

      Olá Tiago! Não é recomendado que seja feita o aterramento dos módulos através de eletrodutos compartilhados, e sim com cabo nu de 16mm² aterrado em haste 5/8″ de 2,4m. Porém recomendo verificar a NBR 5410 e a NBR 5419 para mais informações técnicas sobre aterramento de estruturas.

      Responder

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