Mercedes-Benz mostra conceito de carro elétrico futurista

São Paulo – Aproveitando a Paris Motor Show, a Mercedes-Benz anunciou um novo carro conceito de sua linha elétrica, o Generation EQ. Ele vem equipado com dois motores elétricos, que combinam uma potência de 300 kilowatts. Ele é capaz de ir de zero a 100 km/h em menos de cinco segundos. A autonomia das baterias, um ponto sempre sensível em carros elétricos, é de 500 km.

No interior está um tablet de 24 polegadas que serve como tela do sistema embarcado do Generation EQ. Ele é capaz de exibir informações de trânsito e é completamente sensível ao toque. O carro tem lâmpadas LED em sua parte inferior e na grade dianteira. Nas fotos, a impressão é bacana, mas alguns podem achar de gosto duvidoso para uso na vida real.

Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia/galerias/carros-high-tech#mercedes-benz-mostra-conceito-de-carro-eletrico-futurista

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Solar-Powered Airports Are Taking Off Worldwide

October 3, 2016

Painel solar giratório gera 20x mais energia do que painéis comuns

O modelo pode ser a solução para elevar a eficiência e aproveitar ao máximo o poder do sol.

 

Quando se fala em painéis solares, as imagens que vêm à mente são sempre aquelas enormes placas fixas, instaladas em telhados ou em grandes terrenos. Mas, um modelo totalmente diferente pode ser a solução para elevar a eficiência e aproveitar ao máximo o poder do sol.

Apelidada de V3Solar, esta tecnologia pode ajudar a produzir energia limpa em espaços muito menores. O sistema funciona de maneira extremamente inteligente, a partir de uma combinação entre células fotovoltaicas, lentes, giro dinâmico, formato cônico e sistemas eletrônicos avançados.

 

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O equipamento é formato por dois cones. O primeiro deles, interno, contém centenas de células fotovoltaicas triangulares conectadas e um concentrador de lente estático. A segunda camada é formada por uma série de lentes tubulares espaçadas igualmente.

De acordo com os criadores da V3Solar, o cone rotativo está fixado em um ângulo de 56o, que permite o aproveitamento da luz do sol em qualquer horário do dia e em qualquer período do ano. Além disso, ele tem um sistema muito mais avançado de aproveitamento da luminosidade concentrada do que os sistemas já existentes.

Quando lentes ou espelhos são usados para refletir o sol em um ponto único, a tendência é que haja um superaquecimento do sistema, o que, consequentemente, reduz a eficiência da produção. Para evitar isso, a V3Solar tem um sistema giratório automático, que ajuda a aproveitar a luminosidade sem aquecer as células em excesso. Os testes realizados mostraram que a temperatura do equipamento não ultrapassa 35oC.

 

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A única perda do processo é a energia usada para girar as células. Mas, os criadores explicam que a quantidade é mínima, pois através do uso de um sistema magnético, é possível elevar o giro, sem gastar mais energia. Além disso, essa eletricidade já é obtida a partir do próprio sol. Todo o funcionamento da V3Solar é monitorado em tempo real, para mensurar a produção e as conduções do sistema.

O equipamento está em fase de protótipo, mas a empresa já negocia parcerias para que ele seja produzido em larga escala.

 

Fonte: https://ciclovivo.com.br/noticia/painel-solar-giratorio-gera-20x-mais-energia-que-paineis-comuns/

 

 

 

Com energia solar em 11 lojas, Raia Drogasil poupa R$ 69 mil

Com sistemas de geração de energia solar instalados em 11 lojas em Minas Gerais, a Raia Drogasil economizou 69.000 reais nos últimos cinco meses.

O consumo mensal de eletricidade nessas farmácias, que ficam nas cidades de Belo Horizonte e Uberlândia, caiu pela metade, segundo a empresa.

A luz do sol é transformada em elétrica por usinas fotovoltaicas fornecidas pela Axis Renováveis. A varejista não revelou quanto investiu no projeto.

As duas empresas assinaram um contrato de 12 anos. Até o fim desse período, a Raia Drogasil deve poupar cerca de 850.000 reais com gastos com energia nas unidades em que os sistemas já estão instalados.

O parque tem capacidade para abastecer o equivalente a 158 residências por mês.

“Ele terá capacidade mensal de produção de 27.836 kWh de energia, evitando a emissão de 47 toneladas de CO2 na atmosfera por ano”, diz em nota Rodrigo Marcolino, sócio da Axis.

O plano é estender a iniciativa para outras lojas da Raia Drogasil.

“Nosso objetivo vai além da redução de custos, queremos também diminuir tudo aquilo que impacta o meio ambiente”, afirma Milton Alvim, diretor de engenharia e manutenção da empresa.

Paralelo a esse programa, a companhia instalou aparelhos que otimizam o fluxo de energia elétrica em 700 de suas unidades. Com eles, conseguiu uma redução de 14% no consumo de energia nos últimos oito meses.

Presente em 18 estados, a rede tem hoje cerca de 1.330 pontos de venda no país.

Nos últimos 12 meses findos em junho, ela teve uma receita bruta de 10,6 bilhões de reais. A companhia é líder no setor, tanto em faturamento, quanto em número de unidades.

Fonte: https://exame.abril.com.br/negocios/noticias/com-energia-solar-em-11-lojas-raia-drogasil-poupa-r-69-mil

Using Renewable Energy Agreements to Mitigate Risk

By directly sourcing renewable energy, more and more companies are reducing energy costs and energy price volatility while achieving their sustainability and climate change goals. However, many potential renewable energy buyers are worried about the risks associated with committing to a long-term power purchase agreement. Helping organizations quantify and manage these risks is a vital component to the continued acceleration of the U.S. renewable energy market.

One way Edison Energy has tried to help organizations understand and manage these risks is to make the Altenex Renewable Energy Purchase Agreement (REPA) available to interested stakeholders. Altenex, an Edison Energy company, developed the REPA as a proprietary compilation of best renewable energy purchasing practices. The REPA has been used to execute more than 1.4 GW of renewable energy with our commercial and industrial clients. Leveraging the lessons learned in the form of an executable, comprehensive REPA can assist commercial and industrial companies and large institutions mitigate the risks and achieve the successful execution of power transactions across all major U.S. power markets.

Fortune 1000 companies, government agencies and universities considering renewable energy purchases often face questions around project viability and operations, volume and resource considerations, counterparty risk, renewable energy certificate devaluation, regulatory change, intermittency and hedge effectiveness. The REPA was specifically designed to manage each of these issues — and more — in a clear, transparent, and contractually-assured manner. Doing so helps organizations maximize both environmental and economic value from their renewable energy efforts.

Making the REPA available to potential renewable energy buyers — and using the REPA in all of our commercial transactions — starts to move the industry toward contractual standardization. And standardizing best practices will help the entire industry reduce costs, increase efficiencies, and continue its overall acceleration.

The Altenex REPA is available at altenex.com/resources.

Fonte: https://www.renewableenergyworld.com/articles/2016/09/using-renewable-energy-agreements-to-mitigate-risk.html

Microgeração de energia solar dispara 156% em sete meses

Em julho de 2016, Brasil chegou a 4.432 pontos de micro e minigeração, tendo encerrado o ano de 2015 com apenas 1.729, segundo a Aneel. Apesar do crescimento expressivo, especialistas alertam que número ainda é ‘gota no oceano’ e pedem mais financiamento.

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O exemplo pode vir por acaso, do seu vizinho, como foi o caso do defensor público Anderson Marinovic. ‘Meu vizinho de parede estava fazendo obra e instalou o sistema de energia solar. Aí eu perguntei, Cadu, que negócio é esse? E ele respondeu: vou produzir energia na minha casa’, diz.

Com um investimento de R$ 27 mil, ele instalou, no início do ano, oito placas de captação de luz no telhado da cobertura dele, no Rio. O equipamento gera, em média, 200kWh por mês, representando uma economia em torno de R$ 150 mensais.

Pensando no aumento de consumo durante o verão, por causa do ar-condicionado, ele deve instalar mais duas placas e afirma que tem ‘orgulho dessas placas, dessa ideia de estar produzindo energia limpa. Confesso, chegou um amigo meu aqui em casa uma vez, tinha visitas, eu mostrei ‘olha só, dá uma olhada ali..’

O defensor público foi uma das 2.703 pessoas que começaram a gerar a própria energia por placas solares entre janeiro e julho deste ano. Antes disso, até dezembro de 2015, o número total de microgeradores de energia solar fotovoltaica no Brasil era de 1.729, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica.

Ou seja, um crescimento de 156,3% em sete meses. A alta foi grande, mas especialistas alertam que ainda é uma ‘gota d’água no oceano’, já que a energia solar representa apenas 0,01% da matriz energética brasileira.

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MAIORIA DOS ESTADOS TEM ISENÇÃO DE ICMS

O custo de instalação é considerado alto. Os sistemas podem custar entre R$ 10 mil e R$ 15 mil para abastecer uma família de quatro pessoas, por causa das peças importadas.

Segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, Rodrigo Sauaia, o preço vem caindo na última década, mas ainda faltam mecanismos para democratizar o acesso aos consumidores residenciais.

‘Neste ano, tivemos o anúncio de uma nova linha de financiamento, chamada FNE Sol, do Banco do Nordeste, para pessoas jurídicas, só que limitado à região de atuação do banco. O Banco do Brasil e a Caixa podem ter papéis importantes, já que têm grande capilaridade ao redor do país. É possível que eles acessem regiões que outros bancos privados ou regionais não consigam chegar. Com isso, vamos ter uma democratização’, defende Rodrigo Sauaia.

Quando o empresário Antônio Jales, que tem um fábrica de sorvetes no Rio Grande do Norte, instalou o sistema, por exemplo, não havia financiamento disponível e a negociação foi feita diretamente com uma empresa. Depois da crise hídrica, com o aumento da conta de luz após a aplicação da bandeira tarifárica vermelha, ele gastou R$ 2,2 milhões em 1.726 placas solares, com potencial de geração de 475kWh por mês.

Por falta de espaço no telhado da empresa, ele resolveu usar as próprias placas solares como cobertura no estacionamento. Com a economia de cerca de R$ 40 mil por mês, o empresário espera ter o retorno em até cinco anos.

‘Já terminei de pagar e estou negociando de novo com outras empresas para colocar 1mWh. Agora, vou colocar uma parte em cima dos telhados. Nós tivemos essa crise de energia, saímos da bandeira vermelha um dia desses. É uma energia renovável, a gente vê os exemplos no mundo todo sobre a mudança no clima. Não temos que esperar as desgraças acontecerem. Não tem como você não aproveitar uma coisa como o sol’, diz o empresário.

Desde 2015, o governo federal isenta de PIS e Cofins a energia gerada por placas solares que é injetada na rede. Outra política pública de incentivo comum no país é a isenção do ICMS, adotada por 20 estados (Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins) e o Distrito Federal. Apenas Amapá, Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina não oferecem isenção de ICMS.

Quem decide instalar o sistema pode ter baterias para armazenamento próprio ou interligar os geradores com a rede pública. Essa nova opção só é possível desde 2012, após uma resolução da Aneel. Somente três anos depois, uma nova resolução permitiu a geração comunitária em prédios e condomínios, o autoconsumo remoto e a geração compartilhada.

Na prática, um condomínio pode ter um sistema conjunto entre os moradores, as pessoas podem gerar a energia em um ponto e consumir em outro ou ainda formar uma cooperativa para financiar o equipamento e repartir a carga gerada.

No entanto, segundo o empresário Bias Augusto Daré, que tem uma fábrica de inversores de energia gerada por placas solares, em São Paulo, o mercado consumidor ainda é restrito às classes A e B.

Ele alerta que ‘o que pesa hoje no país é a falta de um sistema de financiamento, como você tem em outros países. Com isso, você dilui o custo no tempo. Quem está colocando hoje no Sudeste? Quem é de classe mais alta, por uma questão de poder pegar o dinheiro sem financiamento e usar’.

Até julho deste ano, o Brasil tinha 4.432 pontos de microgeração de energia solar fotovoltaica, segundo a Aneel. Levando em conta a geração por estado, Minas Gerais lidera o ranking, com 973 pontos de microgeração. Em seguida, aparecem São Paulo, com 611, Rio Grande do Sul, com 477, e Rio de Janeiro, com 435. Na contramão, Amazonas e Mato Grosso têm apenas dois pontos de microgeração.

A liderança mineira foi motivada pelo fato de o estado ter sido pioneiro na isenção do ICMS, além de também ter estabelecido uma política estadual de incentivo, ainda em 2013. O estado também tem índices de incidência solar parecidos com os estados do Nordeste.

Segundo o membro do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético da Unicamp Ennio Peres da Silva, a consciência ambiental está entre os principais motivos que levam à instalação de placas solares. No entanto, a economia na conta de luz e o medo de ficar sem energia elétrica em caso de apagão ainda são pontos fortes para os consumidores.

O especialista lembra que ‘aquela ameaça de faltar energia levou as pessoas a buscar alternativas. Então, houve um pânico. O que a gente já observou em outras crises é que as pessoas agem mais por medo da falta do que por medo do aumento (da conta de luz)’.

Segundo a Aneel, Acre e Roraima são os únicos estados que não têm nenhum ponto de microgeração de energia solar.

OS CINCO ESTADOS QUE MAIS TÊM MICROGERADORES (Fonte: Aneel)

1º – Minas Gerais (973)

2º – São Paulo (611)

3º – Rio Grande do Sul (477)

4º – Rio de Janeiro (435)

5º – Paraná (370)

 

Fonte: CBN |Pedro Henriques

Fonte: https://cerne.org.br/microgeracao-de-energia-solar-dispara-156-em-sete-meses/

 

Industry study: Microgrids to become ‘fundamental building block’

A new study suggests that microgrids – a rarity in today’s power sector – will evolve to become a “fundamental building block” of the 21st-century grid.

Used primarily to ensure reliability and access in military and other critical applications, microgrids have emerged in recent years as a niche interest for utilities and communities looking to bring more renewables online and increase resilience in the face of extreme weather. Despite the heightened profile, microgrids – islandable networks of generation and distribution – remain a small part of the U.S. energy system, making up a fraction of a percent of the nation’s total power generating capacity.

That is poised to change, according to a report released earlier this month by the National Electrical Manufacturing Association (NEMA), an industry group representing electrical, medical imaging, and radiation therapy manufacturers.

“[The grid is] moving away from a passive to an active grid,” said Steve Griffith, an industry director at NEMA. “You can actually have distributed generation based on renewable resources – solar, wind and electrical storage devices – power that not only flows from the utility to the customer, but now from the customer back to the utility.”

Microgrids help manage these reverse power flows by addressing the technical challenges of variation in voltage and frequency. It’s why NEMA envisions a future where microgrids play a foundational role in the way the broader power system operates, working in tandem with the existing power structure.

“From 2025 onwards, fully controllable, independent microgrids interconnected with [direct current] links will allow for full decoupling from the alternating current (AC) electric power system.” the report concludes. “They will also facilitate the segmentation of the distribution system, a new paradigm for electric grid management.”

No one-size-fits-all solution

It is estimated that there are between 100 and 200 fully functional microgrids in the U.S. today, according to the Institute for Local Self-Reliance, a Washington-based nonprofit. These operate largely independent of one another, but there are already signs of interconnected microgrids on the horizon.

In northern Illinois, ComEd hopes to build up to six microgrids across the region. The first of those is being built adjacent to a 9-megawatt microgrid at the Illinois Institute of Technology. In September 2014, ComEd received a $1.2 million dollar grant to build a controller that would connect the two systems, allowing the utility to transfer load and supply back and forth. When complete, the combined units are expected to make up the first microgrid cluster in the U.S.

Bringing additional microgrid projects online faces two kinds of challenges, according to NEMA. The first is technological. There is still a need for better systems for converting power and controlling how and when it is distributed on a small scale, Griffith said. Better energy storage would also make microgrids more attractive to utilities and communities.

The second challenge has to do with regulatory issues, which are “the single most important barrier to microgrid deployment, as both independent entities and as systems integrated within distribution utilities,” according to the report. Because microgrids are a relatively new technology, there are a lot of unanswered questions about who has oversight over them and how they will impact broader power markets.

Standardizing how microgrids connect to the grid is of primary interest to utilities and grid operators. The Institute of Electrical and Electronics Engineers, which writes many of the standards used in today’s power sector, is currently revising IEEE 1547, its standard for connecting microgrids to the power distribution system. While that standard is under review, utilities and regulators are “reluctant to permit the interconnection of technologies to the grid without standards for equipment and performance,” the report reads.

Still, there’s a tension between the need to standardize the system and the customization that microgrids offer, said Chris Marnay, a retired staff scientist at Lawrence Berkeley National Laboratory.

“There’s a lot to be gained by diversity, which tends to argue against standardized controllers, devices, etc. and having something that is more locally engineered to local requirements and local resources,” Marnay said, while still noting that some degree of standardization is necessary.

A growing market

Despite these obstacles, microgrids are expected to remain a fast-growing industry. Over the next five years, U.S. installed microgrid capacity will increase 115 percent to reach 4.3 gigawatts, according to GTM Research.

The push to deploy more renewables – particularly as more states set aggressive renewable portfolio standards – will drive microgrid deployment, according to the NEMA report. And as the price of renewables and storage continues to drop, the business case for building microgrids will only improve.

Today, the technology to develop a 5 megawatt microgrid can cost anywhere between $500,000 and $1.5 million, according to NEMA, but the benefits can be difficult to quantify. Increased reliability and resilience and reduced greenhouse-gas emissions all factor into cost-benefit analyses, but they don’t always come with explicit, bottom-line savings.

To be sure, few expect the existing electric grid to go away anytime soon – if ever. Marnay believes there will always be a centralized grid upstream of the substation for delivering large loads of electricity. But, he said, it’s likely that utilities will be operating very differently where power is distributed to the end user.

“If you have a lot of microgrids … and these entities are really taking care of sensitive loads, what does it say about the megagrid?” Marnay said. “At the end of the day, if reliability and resilience become something that’s in the extremities of the grid, this might really change our thinking so that the megagrid becomes something we’re not so obsessed with.”

SunPower Reinvents Large-Scale Solar Plants With Drones, Robots and Tomatoes

The new Oasis system allows for more flexible site selection and increased energy production.

by Julia Pyper
September 28, 2016

It’s a new era for the solar industry. Today, technology innovation extends well beyond the solar panel to the entire system, which companies like SunPower believe is key to helping solar become a leading energy source.

Last week, SunPower launched its third-generation Oasis platform for large-scale solar projects at the company’s new research and development facility in Davis, California. The latest iteration features advanced design tools, drones, robots and new agriculture practices that aim to improve project performance from site development through to operations and maintenance.

“Right now, as we’re seeing [power-purchase agreement] rates fall, we really need to look at every detail in the system and find a way to optimize everything,” said Matt Campbell, vice president of power plant products for SunPower.

More than 700 megawatts’ worth of new Oasis platform projects have already been awarded, with construction starting in North America and China within the coming weeks. In 2017, all new SunPower solar plants will be built using the third-generation Oasis platform.

“SunPower Oasis allows customers to generate more value from a broader selection of potential power-plant sites, at an accelerated pace,” said Tom Werner, SunPower president and CEO. “An Oasis solar power plant may be designed 90 percent faster than the time required to design conventional solar power plants. While flat, rectangular-shaped sites are required for other trackers on the market, Oasis can take advantage of unused, irregularly shaped areas and slopes up to 10 degrees to generate up to 60 percent more energy than conventional technology installed at the same site.”

Each additional 10 acres of usable land on a given project site represents 2 to 4 more megawatts of power, Werner said. Therefore, the ability to maximize the use of a site can significantly impact a project’s bottom line, and help the large-scale solar sector grow as premium space becomes constrained

 

Global energy optimization

 

The next-generation Oasis platform includes SunPower’s new global energy optimization (GEO) system that automates project design using drones and proprietary software, developed with support from the Department of Energy’s SunShot Initiative.

The drone is flown over a potential project site, collects images, and feeds those images into a cloud-based software system that comes up with dozens of site-design options. The platform allows developers to screen a large number of sites quickly, and allows owners to ensure their projects have been optimized to meet their financial and energy targets.

“The drone is really just an imaging tool,” said Campbell. “The key is the software that was developed by SunPower, which takes the images, crosses them in our cloud servers, creates a three-dimensional map, and then the software comes in and proposes hundreds of layouts to optimize for capacity or financial return.”

While the software is the secret sauce, the drones play a pivotal role. Drones not only help with project design, but they can also be used to track site production. Instead of sending expensive project managers out to a site, the drone uses a remote monitoring management tool to track progress and an infrared imaging system to detect any issues. All of that data is fed into the GEO system to ensure project deployment is smooth and speedy.

 

FIGURE 1: Oasis GEO System

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Once built, robots used in the third-generation Oasis platform will be able to clean soiled panels using 75 percent less water than manual cleaning methods and operate at night to avoid interfering with daytime energy production. The robots were initially developed by Greenbotics, which SunPower acquired in 2013, and developed further with SunShot support.

SunPower’s next-generation robotics cleaning technology is expected to be able to clean 10 megawatts’ worth of panels in 10 hours with just three workers and a pickup truck. The pace is twice as fast as the company’s current robotic cleaning technology, and 10 times faster than competing manual cleaning methods.

“It may not sound like that big of a deal, but as the cost of solar energy comes down for ground-mounted systems, the percentage of the costs of operations and maintenances goes up,” said Werner. “It can be as high as 15 percent [of the overall system cost], so having robots to clean the system is a huge deal.”

With equipment costs falling and land constraints increasing, innovative solutions are needed to bring the solar sector meaningfully beyond 1 percent of U.S. energy generation.

“A lot of the beginning of the solar industry was focused on the panel,” said Campbell. “Now we’re looking at innovation all around the rest of the system. That’s why we’re always surveying new technology — whether it’s a robot, whether it’s a drone, whether it’s software — and saying, ‘How can this help us reduce the cost of solar, build projects faster, and make them more reliable?’”

A redesigned tracker

Another element of SunPower’s new Oasis product is the redesigned tracker system, which will help to overcome concerns about land use.

The next-generation Oasis trackers are unlinked, shorter and wider, which allows for plants to be built on slopes that were previously considered unsuitable for development. SunPower claims its systems can be built on gradients up to 10 degrees, compared to the 6-degree gradient limit for most of its competitors. Shortening the tracker row length from roughly 90 meters to 45 meters also makes the design more compatible with different location types.

Each tracker is now also twice as wide with twice as many panels, which allows a single piece of infrastructure to produce more energy, while reducing the number of parts by roughly half. As part of the new integrated design, there are no combiner boxes, cable trays, motor batteries or other parts that can cause failure. Fewer parts are expected to translate to faster assembly time in the field and cheaper maintenance.

In the past, the two-panel design wasn’t considered viable because wider arrays catch more wind. But SunPower insists wind issues have been completely overcome. “Doubling the number of panels so I can reduce the part count by 50 percent is really hard to do, but that’s what the SunPower design team has done,” said Werner.

FIGURE 2: Simplified Architecture

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In addition, each Oasis tracker row now has an on-board actuator that uses real-time information on voltage and current to inform how the row is controlled, optimizing for performance. This is a departure from previous SunPower products that tracked the sun using GPS. SunPower is not the first company to deploy an unlinked architecture, but it claims to have the first fully integrated design.

“We’re taking a holistic view,” said Campbell. “We’re the only ones in the world that cover the full spread of the power plant, from finding land through the long-term operation. I think in the future, this integrated approach will provide a lot of value.”

While SunPower’s insight into the entire solar value chain is considered to be an advantage, Werner added that the company also plans to forge strategic partnerships to accelerate sales internationally and recover from a poor second-quarter performance. As an example, SunPower plans to leverage its relationship with owner Total to deploy large-scale solar projects in Africa.

“[A company] cannot afford to develop solar projects all over the world, so you have to partner more, and decide where you’re going to develop, and where you spend money,” said Werner. “I think this is the time for focusing, and also a separation of [where] the strong survive.”

Learning how to coexist

Part of taking a holistic view means ensuring that solar power plants don’t conflict with the surrounding area, which is both an economic and environmental concern in many places. To that end, SunPower has partnered with the University of California, Davis to evaluate possible crop varieties that can coexist with large-scale, ground-mounted solar.

The new Oasis design allows for multiple uses because each row is farther apart than in previous designs. And because the trackers are unlinked, there are no obstructions on the ground. In China, SunPower already built a solar farm for Apple that allows yaks to safety graze among the panels. These types of solutions will be needed all around the globe as more solar projects are deployed at gigawatt scale.

“The idea of leveling a field and putting solar panels on it is less and less accepted,” said Werner. “What we would prefer is to take a field and put a solar plant on it and hardly disrupt the field…and we’re getting closer and closer to that.”

The SunPower R&D Ranch — where the company plans to test a suite of new technologies — is currently attempting to grow tomatoes and peppers in between the Oasis arrays, but it will attempt to grow other types of crops too. Heiner Lieth, professor at the UC Davis College of Agriculture and Environmental Science, started a solar research project in 2010 and has successfully been able to grow crops in the shade of solar panels. But there’s a lot more work to be done in order to scale these solutions, he said.

“I’m convinced it’s possible,” said Lieth. “The question is what the ideal balances are depending on what you’re going to be using for your cropping systems and what the market is for your electricity and agricultural products. And it opens up a whole world of questions.”

Tomatoes probably aren’t the ideal crop to try to grow right off the bat, he said. Conventional rectangular solar panels probably aren’t the best solution, either. If solar is to become the dominant power source in the U.S. and abroad, it will have to learn how to coexist with agriculture and animals out of pure necessity, Lieth said. And in order to coexist, solar projects will likely need to be designed differently.

“I think it’s a huge opportunity for everybody in the field, and to me, it’s a real surprise nobody has thought outside the box,” Lieth said.

 

Fonte: https://www.greentechmedia.com/articles/read/SunPower-Reinvents-Large-Scale-Solar-Plants-with-Drones-Robots-and-Tomatoe?utm_content=buffer12e4c&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

Cristais misteriosos podem fazer a energia solar dominar o mundo (finalmente)

O material criado em laboratório imita a estrutura de um mineral russo descoberto nos Montes Urais – e pode ser o segredo para tornar a energia solar mais barata e eficiente.

Para a energia solar dominar o mundo, faltam duas coisas: que ela seja mais barata e que seja mais eficiente. As duas coisas devem ficar mais fáceis graças a uma nova descoberta da Universidade Columbia.

Um dos principais obstáculos para baratear a energia solar é que os painéis fotovoltaicos, feitos de silício muito fino, são difíceis de fabricar. Qualquer nanodefeito de fabricação faz com que a energia se dissipe antes de ser absorvida como eletricidade. E, no melhor dos casos, de toda a energia que chega no painel, só 25% consegue ser aproveitada.

Mas existe um grupo de cristais, que imita a estrutura química da Perovskita, um mineral encontrado na Rússia, que pode solucionar tudo isso. Os cristais de Perovskitas Híbridas Orgânico-Inorgânicas são bem mais simples de produzir que as células de silício.

O mais importante, porém, é que esse cristais são naturalmente cheios de “defeitos”. Mas mesmo assim, ao contrário do que acontece no silício, os elétrons simplesmente desviam dos defeitos e seguem seu caminho. Esse mecanismo de eficiência e “proteção” da energia era um mistério até muito recentemente.

O novo artigo publicado pelos pesquisadores de Columbia descreve que a formação de “pólarons” – fenômenos que desaceleram os elétrons – faz com que a energia não se dissipe mesmo com defeitos na célula solar.

Para os cientistas, a descoberta desse mecanismo significa que dá para aumentar em muito a eficiência das células feitas de materiais como esses cristais. Nos últimos 7 anos, os cientistas conseguiram dar um up no aproveitamento de energia em células solares feitas com esse material, de 4% para 22%.

Por enquanto, ainda não é suficiente para alcançar o silício. A questão é que, por mais que a tecnologia das células de silício siga melhorando, o máximo de energia solar que elas podem converter em eletricidade é 33% – esse é teto, um limite que não dá para ultrapassar.

Já para as Perovskitas Híbridas Orgânico-Inorgânicas, o limite é muito mais alto – a estimativa atual é que a eficiência máxima do material seja de pelo menos o dobro, 66% de energia convertida.

Mas nem tudo são prós – o grande contra do novo material é que o cristal mais eficiente para a energia solar contém chumbo e é solúvel em água. O risco é que essas células possam dissolver e contaminar o ambiente com metais pesados.

A proposta dos cientistas de Columbia para contornar isso é tentar replicar o mecanismo de eficiência que eles observaram nos cristais em outros materiais menos agressivos ao ambiente. Aí quem sabe a energia possa ser “ensolarada” de vez.

Fonte