França vai transformar 1.000km de estrada em painéis solares nos próximos 5 anos

Fonte: https://adrenaline.uol.com.br/2016/01/21/39865/franca-vai-transformar-1-000km-de-estrada-em-paineis-solares-nos-proximos-5-anos

 

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A França anunciou um novo projeto em parceria com a empresa Colas que vai criar 1.000km de estradas capazes de gerar energia solar. A ideia, basicamente, é instalar células voltaicas extremamente resistentes sobre o pavimento que vão ser capazes de sustentar os carros enquanto absorvem radiação solar para gerar eletricidade.

Segundo dados do projeto, cada quilômetro de estrada vai ser capaz de abastecer 5.000 habitantes com eletricidade. O plano de conclusão dos 1.000km é de 5 anos, o que vai resultar num total de 5 milhões de franceses recebendo energia limpa sem a ocupação de nenhum espaço extra, apenas aproveitando melhor aquele já pretendido para estradas. A empresa encarregada do projeto promete ainda que as células, além de serem capazes de resistir ao tráfego, são resistentes a condições mais adversas do tempo, como neve ou chuva, sem deixar de gerar energia.

 

 

Elektsolar proferiu palestra sobre Sistemas Fotovoltaicos no SENAI em Recife

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A Elektsolar foi responsável pela palestra Análise Econômica e Comercial de Sistemas Fotovoltaicos nesta sexta-feira (09/10) no SENAI de Areias em Recife (PE).

Foram abordados tópicos sobre o recurso solar, a geração fotovoltaica e sobre os fatores que influenciam na análise sobre o retorno de investimento em um gerador fotovoltaico.

No evento, que foi aberto ao público, participaram diretores, professores e professores do SENAI, além da comunidade de Recife.

A Elektsolar está viabilizando uma parceria para ministrar os seus treinamentos neste SENAI. Em breve teremos mais informações sobre os treinamentos e datas para Recife.

 

 

 

Indústria solar eleva produção e excesso iminente ameaça preços

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(Bloomberg) — As fabricantes do setor de energia solar que atualmente estão ampliando a produção enfrentam o excesso iminente de painéis, forçando as empresas a se ajustarem ou a enfrentarem consequências desastrosas.

A Trina Solar, a Canadian Solar e a JinkoSolar Holding são algumas das fornecedoras que estão ampliando a produção em fábricas que expandirão a capacidade global em 18% neste ano, segundo a Bloomberg New Energy Finance.

As fabricantes estão mergulhadas em uma corrida para construir fábricas maiores e mais avançadas para produzir painéis mais rapidamente e de forma mais barata. Quando os painéis começarem a sair, a demanda deverá perder força, especialmente na China, onde o governo reduziu os subsídios no mês passado. Os preços estão em queda e os fornecedores estimam que as margens também sofrerão um declínio. Trata-se do mesmo padrão visto depois que o excesso global de oferta tirou dezenas de empresas do negócio cinco anos atrás.

“O excesso de oferta parece ser o normal da indústria solar”, disse Jenny Chase, analista líder do setor solar da New Energy Finance.

A indústria solar passou por um ciclo similar de boom e queda depois que a capacidade cresceu mais rapidamente do que a demanda, desencadeando um declínio de dois anos a partir do fim de 2011. O resultado foi uma onda de consolidações quando os preços despencaram e os prejuízos das fabricantes de painéis se acumularam. Os painéis baratos também ajudaram a estimular a demanda por mais energia solar e acabaram levando as sobreviventes a expandirem a produção.

Preços

“Todas essas empresas estão lutando por participação de mercado e a tendência é ampliarem cada vez mais sua capacidade”, disse Pavel Molchanov, analista da Raymond James Financial, em entrevista. “Isso acaba derrubando os preços e as margens de todos”.

A Canadian Solar, a segunda maior fabricante, está construindo uma unidade de 350 megawatts no Brasil e a JinkoSolar está expandindo a produção de uma fábrica de 450 megawatts que entrou em operação na Malásia no ano passado.

Isso ocorre em meio à desaceleração da demanda na China, maior mercado do mundo, onde o governo está reduzindo os subsídios aos parques solares autorizados após 30 de junho. Isso gerou uma onda de projetos no primeiro semestre do ano porque as desenvolvedoras somaram até 22 gigawatts antes do fim do subsídio, disse Hugh Bromley, analista da New Energy Finance. Com o subsídio mais baixo em vigor, ele espera cerca de 6 a 8 gigawatts de novos projetos solares no segundo semestre.

A Trina, maior fabricante de painéis do mundo, informou na terça-feira que as exportações cairão até 6,5% no terceiro trimestre, para 1,55 a 1,65 gigawatt. Ao mesmo tempo, a empresa aumentou a capacidade de produção em 7,1% após abrir uma fábrica de 500 megawatts na Tailândia, em março. A Yingli Green Energy Holding informou na terça-feira estimativa de queda de até 54% nas exportações no trimestre atual depois que 60% de seus painéis foram para a China no segundo trimestre.

Fonte: https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2016/08/24/industria-solar-eleva-producao-e-excesso-iminente-ameaca-precos.htm#fotoNav=1

Pesquisadores da UFSC criam ônibus elétrico movido a energia solar

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Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desenvolveu o primeiro ônibus 100% elétrico do país movido por energia solar, captada por um sistema instalado no telhado do laboratório de pesquisa. Além de não emitir poluentes, a tecnologia permitirá uma economia de R$ 2 mil mensais em combustíveis.

O ônibus, que deve começar a rodar no início de novembro em Florianópolis, foi idealizado como uma estação de trabalho móvel, com Wi-fi, para o deslocamento diário de professores e alunos entre o campus da Trindade e o laboratório no Norte da Ilha, no Sapiens Parque, no bairro Canasvieiras.

Neste trajeto, de 50 quilômetros, ida e volta, o custo com deslocamento, no caso de um sistema convencional que usa diesel para as quatro viagens feitas pelos pesquisadores diariamente, seria de aproximadamente R$ 100 diários, o que corresponde a R$ 2 mil mensais.

Otimização

Todos os dias, o grupo gasta cerca de uma hora neste percurso e a ideia do projeto é também otimizar o tempo no trânsito. Segundo a universidade, o ônibus foi adquirido com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), depois de uma licitação.

No total, de acordo com os pesquisadores, foram investidos R$ 1 milhão no projeto, além das parcerias com as empresas WEG, Marcopolo e Eletra Bus.

“A grande novidade do projeto é que se trata de um veículo que será movido por energia proveniente do Sol, limpa, renovável, inesgotável e gratuita. O sistema fotovoltaico que fornecerá energia ao ônibus está integrado ao telhado do nosso laboratório, no Sapiens Parque”, explicou o pesquisador Júlio Dal Bem, membro do Grupo de Pesquisa Estratégica em Energia Solar da UFSC.

 

Sem poluentes

Segundo o estudioso, um ônibus com consumo médio de 670 litros de diesel por mês emite cerca de 3,9 toneladas de CO2. Em um ano, a emissão chega a 46,8 toneladas de CO2.

Conforme Dal Bem, um estudo do Instituto Totum e da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ), da Universidade de São Paulo em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, apontou que cada árvore da Mata Atlântica absorve 163,14 kg de gás carbônico (CO2) nos primeiros 20 anos de vida, o que seria uma média de 8,1 kg de CO2 por ano.

“Precisaríamos de quase 5,8 mil árvores para resgatar o CO2 emitido por um ônibus urbano comum em um ano de operação”, complementou o pesquisador.

Montagem

Segundo Dal Bem, o sistema de tração foi desenvolvido pela WEG para fornecer ao ônibus recarga em rede com microgeração distribuída com painéis fotovoltaicos. A aplicação ocorreu em conjunto com a Marcopolo, que fabricou o veículo, bem como com a Eletra, responsável por instalar e integrar o sistema de tração elétrico e as baterias de lítio.

O primeiro ônibus elétrico do Brasil foi construído em um projeto da Mitsubishi Heavy Industries, do Japão, com a empresa Eletra Bus, de São Bernardo do Campo, informou Dal Bem. O veículo foi chamado de E-Bus e rodou por dois anos pelos corredores de ônibus da cidade.

Ao fim do projeto, toda tecnologia trazida ao Brasil pela empresa, como importação temporária, precisava ser devolvida ao Japão ou doada a uma instituição pública de ensino. Assim, carregador e baterias foram entregues à UFSC, depois que o E-Bus foi desmontado.

Aplicabilidade

“O grande problema em colocar um veículo dessa natureza em operação está na infraestrutura elétrica para carregamento. Ultimamente, temos sido sobretaxados nas contas de energia elétrica como uma forma de estimular a redução no consumo e pagar as despesas de geração com termoelétricas, que é uma energia mais cara e mais poluente, ao invés de investir em fontes limpas e renováveis”, comentou.

Dal Bem explica que a dificuldade em desenvolver este ônibus em larga escala esbarra também na infraestrutura do país.

“É exatamente o mesmo problema que dificulta a entrada de veículos elétricos no mercado nacional. Um ou outro veículo elétrico conectado à tomada não é um problema, mas 1 milhão deles, 1% da frota nacional de veículos, já implicaria em um impacto considerável no consumo de energia elétrica e previsão de infraestrutura elétrica”, complementou.

Funcionamento

A previsão é de que o ônibus passe a noite no Sapiens Parque conectado à tomada, para recarga lenta e completa das baterias. Em um primeiro momento, haverá estação de recarga apenas no Sapiens Parque, pois a infraestrutura elétrica da UFSC não comporta um carregador rápido para o veículo.

“Estamos conduzindo projetos de pesquisa para o desenvolvimento de carregadores com acumulação intermediária de energia que drenam lentamente energia da rede e armazenam temporariamente em baterias estáticas, que exigem baixa potência da rede elétrica, sem sobrecarregar a infraestrutura. Os carregadores permitem uma transferência rápida da energia acumulada nas baterias para as baterias do ônibus”, disse o estudioso.

Conforme Dal Bem, o ônibus permanecerá conectado ao carregador por cerca de duas horas após cada percurso de ida e volta.

 

Fonte: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2016/09/pesquisadores-da-ufsc-criam-onibus-eletrico-movido-energia-solar.html

Elektsolar na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

A Elektsolar é patrocinadora da Ampera Racing! Temos grande orgulho de ajudar na capacitação em energia solar fotovoltaica dos alunos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A UFSC é nossa Alma Mater, local onde nossa equipe fez graduação e pós-graduação!

 

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Inscrições Abertas – Cursos de Instalação e de Projetos

Cursos de Instalação e de projetos: Treinamento Hands-On de Instalação de Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede (SFVCR) + Curso Online de Fundamentos e Aplicações da Energia Fotovoltaica

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– Porto Alegre (RS): 16 e 17 de Agosto de 2016 (ÚLTIMAS VAGAS)

– Salvador (BA): 03 e 04 de Setembro de 2016 (VAGAS LIMITADAS)

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– Porto Alegre (RS): 18 e 19 de Agosto de 2016 (ÚLTIMAS VAGAS)

– São Paulo (SP): 27 e 28 de Agosto de 2016 (ÚLTIMAS VAGAS)

– Salvador (BA): 05 e 06 de Setembro de 2016 (VAGAS LIMITADAS)

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Cursos Online

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Gerador solar fotovoltaico produz energia desde 1997 na UFSC

Energia elétrica suficiente para uma família de quatro pessoas é gerada, desde setembro de 1997, pela primeira instalação de um gerador solar fotovoltaico integrado a uma edificação urbana e interligada à rede elétrica do Brasil, a mais antiga do país em atividade. A cobertura do bloco A do Departamento de Engenharia Mecânica foi o local selecionado pelo Grupo de Pesquisa Estratégica em Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina (Fotovoltaica-UFSC) para o desenvolvimento do projeto pioneiro.

Em operação contínua há 18 anos, o gerador com potência nominal de 2 kW pode injetar na rede elétrica pública o excedente de energia e usá-la como backup quando necessário, quando há chuva persistente ou pouca luminosidade. “O sistema permite que estes créditos sejam utilizados depois. Geradores autônomos precisam de baterias para armazenar energia. Com geradores interligados, a rede elétrica é a bateria”, explica o professor Ricardo Rüther, que trouxe o equipamento ao voltar de pós-doutorado em Sistemas Solares Fotovoltaicos realizado no Fraunhofer Institute for Solar Energy Systems, na Alemanha.

Junto com o gerador, foi instalado um sistema de aquisição de dados para monitorar o desempenho nas condições climáticas brasileiras. Os equipamentos foram doados pela Fundação Alexander von Humboldt, que financiou o pós-doutorado de Rüther.

O gerador é composto por 68 módulos (54 opacos e 14 semitransparentes) de filmes finos de silício amorfo de junção dupla; e de um inversor de corrente contínua (geração solar) para corrente alternada (rede elétria pública). Quando o sistema foi criado, não havia regulamentação específica e foi necessária a autorização da Celesc para a conexão com a rede elétrica pública como projeto de pesquisa. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) editou umaresolução normativa sobre o tema apenas em 2012.

Com a acentuada redução de custos desde 1997, cresce a importância dos geradores solares fotovoltaicos que podem ser integrados a edificações sem ocupar espaço adicional nos centros urbanos, ainda mais que os custos já estão compatíveis com a tarifa de energia cobrada de consumidores residenciais para várias regiões do país. “Mudou bastante desde então: um gerador como o da UFSC passou a ser economicamente viável e, numa cidade como Florianópolis, ele ‘se paga’ em sete ou oito anos; em Belo Horizonte (que recebe mais luz solar), em cinco anos”, avalia Rüther.

A capacidade de produção

A capacidade de produção de energia diminui 30% em dias sem luz solar direta e “geradores com bateria precisam ser superdimensionados para os períodos de baixa”. Na Fortaleza de Santo Antônio de Ratones, administrada pela UFSC, um gerador solar com bateria foi usado para substituir o equipamento movido a diesel, já que não há ligação com a rede elétrica pública. “Com a quantidade de dias nublados, eles precisaram economizar energia. Se pudessem estar ligados à rede, não seria necessário”.

Os prédios que utilizam esse tipo de gerador são chamados de edifícios solares fotovoltaicos. Eles integram à sua fachada ou cobertura painéis solares que geram, de forma descentralizada e junto ao ponto de consumo, energia elétrica pela conversão direta da luz do Sol. “Eles servem ao mesmo tempo como material de revestimento destas fachadas e coberturas, como podem ser usados como vidro, quando semitransparentes”.

Depois da primeira instalação, o Fotovoltaica-UFSC já implantou outros geradores utilizando a mesma tecnologia por todo o Brasil e “gerou uma montanha depublicações científicas, incluindo teses e dissertações”, conta Rüther, que publicou o livro Edifícios solares fotovoltaicos (2004), sobre o potencial da geração solar fotovoltaica interligada à rede elétrica pública no Brasil, disponível para download. No campus da UFSC em Florianópolis, além do gerador do departamento de Engenharia Mecânica, estão atualmente em operação os geradores solares instalados no Centro de Cultura e Eventos (10 kW), Hospital Universitário (2 kW), Colégio de Aplicação (2 kW) e Centro de Convivência (1 kW).

Características do gerador pioneiro

Início da operação: 16 de setembro de 1997

Local: Departamento de Engenharia Mecânica da UFSC

Potência instalada: 2.015 Wp (watts-pico)

Área total: 40,8 m²

Componentes do gerador solar fotovoltaico: 68 módulos (54 opacos e 14 semitransparentes) de filmes finos de silício amorfo de junção dupla; um inversor de corrente contínua (geração solar) para corrente alternada (rede elétrica pública).

Componentes do sistema de aquisição de dados: dois sensores de irradiação solar (plano horizontal e na inclinação dos módulos); dois sensores de temperatura (ambiente e dos módulos); computador dedicado; sistema de aquisição e tratamento de dados; relógio medidor da energia elétrica gerada.

Mais informações no site.

FONTE: https://noticias.ufsc.br/2015/11/gerador-solar-fotovoltaico-produz-energia-desde-1997-na-ufsc/